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Liderança e Vida Cristã

A Misericórdia de Deus – Pr. Floreni Lamberty

“As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;

Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade.” Lamentações 3:22,23

Misericórdia.


Misericórdia é sentir com o coração a luta e a miséria do outro. Hoje as pessoas têm misericórdia dos cães, gatos e outros animais, domésticos ou não enquanto que milhões de nossos semelhantes estão jogados à miséria física e espiritual nos valados. Tenhamos cuidado e misericórdia dos bichos de vida curta e mantenhamos a misericórdia daqueles que têm vida ou morte eterna. É um sistema deturpado que parece não ter mais conserto, onde os valores se invertem. A misericórdia de Deus para conosco se renova a cada manhã e é a razão de estarmos em pé diante de Deus e dos homens e ela triunfa no juízo. Estamos vivendo num tempo de violência contra o ser humano não somente violência na cidade, nas casas mas também nos governos totalitários contra minorias. Se Deus renova a sua misericórdia conosco todas as manhãs, precisamos segui-lo e também praticar a misericórdia com todos e todos os dias. Tenhamos misericórdia dos animais também mas não podemos deixar de sentir com o coração a dor e miséria do ser humano, criado para ser à semelhança e imagem do Criador. Misericórdia.

Pr. Domingos Floreni Lamberty

3° Vice presidente da CIEPADERGS, Presidente da Assembleia de Deus em Santa Maria/RS

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Devocional

O DESEJO PELO EPISCOPADO – Estudo Bíblico com Pr. Diogenes Rodrigues de Souza

A palavra “episcopado” significa pastorado, uma vez que as palavras gregas “epíscopos”, “poimen ” são de significado idêntico – bispo, pastor.
Quando o Apóstolo Paulo instrui Timóteo no texto de 1 Timóteo 3, ele menciona no versículo 1º que se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja”. Paulo utiliza o verbo “desejar”.
Podemos substituir o verbo desejar pelos sinônimos querer (pretender, tencionar, esperar), ambicionar (almejar, ansiar) e aspirar (anelar, estimar, interessar-se, sonhar, suspirar).
No entanto, tenho observado que muitos cristãos têm tentado esconder o seu chamado ou o interesse em exercer o episcopado, às vezes por vergonha de admitir o desejo ou por medo do que seus lideres vão pensar.
Atualmente demonstrar o desejo ministerial parece soar estranho, pois tem a conotação mais de oferecimento do que a pretensão de servir a Deus, e isso inibe o interesse de irmãos verdadeiramente vocacionados.
O desejo pelo episcopado, no entanto, deve ser controlado, pois tudo o que excede gera situações desagradáveis. O cristão que anseia ser obreiro na seara do Mestre deve ter controle nesse desejo, antes de tudo, tendo em mente o que disse Paulo aos Romanos 9:16: “…isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece”.
Almejar não é nada demais. Porém, no excesso desse desejo é onde está todo problema.
A chamada de Deus não deve ser motivo de orgulho, mas sim um sentimento de responsabilidade, pois estamos apascentando vidas preciosas.
Ser pastor não é abraçar uma profissão, mas um ministério divino cuja função primordial é cuidar das ovelhas do Senhor, ser pastor não é um meio para ascender social e economicamente, nem devemos estar na busca por um status.
Então, seria correto o cristão desejar o episcopado?
Lógico que sim, pois vemos a colocação do Apóstolo Paulo que devemos sim desejar, no entanto não podemos esquecer que a obra é de Deus, é Ele quem chama, quem escolhe e quem capacita. O ministério Pastoral vem de Deus e não devemos ter vergonha de algo tão extraordinário que Deus nos incumbiu, mas devemos ter convicção do nosso chamado e vocação e jamais nos deter apenas no verso 1º, mas observar as recomendações seguintes relacionadas nos versos 2 à 7 do capítulo 3 da Primeira Epístola de Paulo à Timóteo.
Deus nos abençoe e possamos ser achados fiéis perante Deus.


Pr. Diogenes Rodrigues de Souza e Lisiane são Pastores Presidente da AD Não-Me-Toque

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Estudos Bíblicos

Você Está Liderando ou Mordendo o Calcanhar das ovelhas? – Estudo Bíblico com Pr. Jair. Lima

Tempos atrás tive o privilégio de conhecer um amigo criador de ovelhas no interior. A Bíblia tem muito a dizer sobre ovelhas, e assim, visitar ele e aprender sobre o comportamento curioso que as ovelhas exibem foi tanto educativo quanto esclarecedor.

Existem dúzias de referências sobre ovelhas, pastores, cordeiros e rebanho nas Escrituras onde frequentemente as pessoas são comparadas a ovelhas. Mas, geralmente, essas comparações não são lisonjeiras. Por exemplo: ovelhas são animais que deixadas por conta própria se metem em diversos tipos de dificuldades. Assim, ovelhas precisam de um pastor, alguém que as vigie, cuide delas e vá em seu socorro na hora dos problemas.

Uma das características singulares das ovelhas é sua lealdade integral ao pastor. Meu amigo demonstrou isso quando visitei sua fazenda. As ovelhas estavam no cercado, pastando tranquilamente. Ele disse: “Chame as ovelhas.” Eu assim fiz, mas não obtive nenhuma resposta. “Grite com elas ou assobie”, ele sugeriu. Fiz isso também, mas não houve nenhuma reação. Será que todas elas tinham repentinamente ficado surdas? Então, Ele chamou por elas. Instantaneamente, cada membro do seu rebanho levantou a cabeça, atentas às instruções do seu pastor.

Lembrei-me dessa experiência recentemente depois de ouvir um palestrante descrever um border collie, uma raça de cães frequentemente usada no manejo de ovelhas. Esses cães não lideram, e sim direcionam as ovelhas latindo e mordiscando seus calcanhares. Isso é um contraste gritante com o pastor confiável que lidera o rebanho sem qualquer coerção. O cão pastoreia empurrando de um modo que incomoda e chega a afligir as ovelhas, enquanto que o pastor carinhosamente guia o rebanho.

Esses dois estilos contrastantes são semelhantes à maneira como muitos pastores abordam liderança. Alguns lideram mostrando o caminho e guiando aqueles que os seguem; outros mantêm seus seguidores ativos pelo equivalente a morder seus calcanhares. Ambas as abordagens podem trazer resultados, mas há uma maneira preferível para se administrar e liderar pessoas. Em uma de Suas mensagens mais conhecidas, Jesus Cristo usou a metáfora do pastor de ovelhas.

O verdadeiro líder é conhecido e confiável. Ensinando através da metáfora do pastor e seu rebanho, Jesus observou: “Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas…as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora…vai adiante delas, e estas o seguem porque conhecem a sua voz.” (João 10:2-4).

O que “morde o calcanhar” não inspira lealdade. Em contraste, aquele que lidera por meio da coerção ou medo não é considerado pelos membros da equipe como um “pastor”. Eles não o aceitam como alguém que deve ser seguido por causa da confiança; é por necessidade que seguem suas ordens, e não por que ele inspira lealdade. Eles não sentem que ele é um defensor dos seus interesses. “Mas nunca seguirão um estranho; na verdade, fugirão dele, porque não reconhecem a voz de estranhos…O que “morde o calcanhar” não é o pastor a quem as ovelhas pertencem. Assim, quando vê que o lobo vem, abandona as ovelhas e foge…Ele foge porque é assalariado e não se importa com as ovelhas.” (João 10:5, 12-13).

O líder de verdade coloca os interesses dos outros em primeiro lugar. As pessoas geralmente irão “além do dever” – fazendo muito mais do que é esperado delas – porque confiam que seus líderes levam com consideração primeiramente os interesses delas, às vezes, colocando seus próprios interesses em segundo plano. É fácil seguir um líder que demonstra tal espírito de sacrifício. “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas…conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem…e dou a minha vida pelas ovelhas.” (João 10:11-15).

Pr. Jair Lima
AD Arroio do Sal

Baseado em texto de Robert J. Tamasy

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Estudos Bíblicos

O DESAFIO CONTINUA – Pr. Marciano Silva

Js 13.1, Mc 16.15

Com uma simples olhada para a história da Igreja, conseguiremos observar um avanço extraordinário. Deixamos de ser um pequeno povo despercebido, para assumir lugares de destaque em nossa nação. Este crescimento exponencial pode de maneira sorrateira nos cegar e gerar um sentimento de satisfação e conforto que nos faça esquecer o real propósito da existência da Igreja, ou seja, continuar avançando e conquistando territórios.
Muitas vezes nossa covardia está maquiada por um sentimento de plena realização, e vamos deixando o tempo passar e perdemos o senso de comprometimento com a causa da grande comissão: Ide e pregai o evangelho.
Jesus declarou que a seara é grande e pouco são os trabalhadores. Diante desta afirmação, Ele nos instruiu a orar pedindo mais trabalhadores (Mt. 9.35-38).
O Dr. Pedro Lapadjian definiu a expressão “enviar” mais trabalhadores, como: Ore, pois se for necessário, Deus jogará alguém para sua obra. Está é a ideia, Jesus é o Senhor, o oleiro, e faz como ele quer com os seus servos.
Jin Elliot, missionário entre os Aucas disse: “Nós não precisamos de uma grande chamada de Deus, o que realmente necessitamos é de um bom chute no traseiro.”
Sophia Muller disse: Eu não tive uma chamada. Li uma ordem e obedeci!
O desafio continua, a humanidade ainda está sem direção. Deus está esperando que sua Igreja seja tomada de coragem e unção para tomar posse de territórios. Não importa o quanto já conquistamos, ainda há uma porção, que independente da resistência do inimigo, Deus nos dará condições de conquistar.
O Espírito Santo irá gerar um clamor intenso no coração da Igreja em relação a evangelização.
Os homens que marcaram a história, foram incendiados pelo clamor e comprometimento com o avanço da obra missionária.
John Knox orou: “Senhor, dá-me a Escócia ou eu morro!”.
Whitefield lutava com Deus: “Se não queres dar-me almas, retira a minha!”
D.L. Moody, o grande evangelista do século 19, ouviu casualmente alguém dizer: “Nossa época ainda está para ver o que Deus pode fazer usando um homem cuja vida seja inteiramente comprometida com Ele”. Moody disse: “Eu serei esse homem”. E por meio da vida de Moody, multidões se converteram a Cristo.
O Rio Grande do Sul ainda é um território para ser desbravado em muitas áreas, mas Deus já encontrou você!
Há um povo decidido a dar a resposta que o céu está pedindo, e haverá o maior avanço na história da AD Gaúcha em relação ao evangelismo.
Vamos, pois ainda há muita terra para conquistar!

Pr. Marciano Silva

Presidente da AD Antônio Prado
Bacharel em teologia
Pós Graduado em Docência no ensino Superior
Coordenador do COMADSERC
Secretário relator da SEMADERGS
Presidente da EMETEC

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